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Agente de endemias de Salvador é acusado de quebrar objetos religiosos em terreiro de candomblé29/03/2016 13:48
Agente de endemias de Salvador é acusado de quebrar objetos religiosos em terreiro de candomblé
Profissional de saúde foi apurar denúncia de foco de dengue no local

Assessoria 0 comentário          

A apuração de uma denúncia de focos de dengue em um terreiro de candomblé, no subúrbio de Salvador, foi parar na delegacia, na quinta-feira (10). A responsável pelo terreiro alegou profanação de objetos religiosos após a visita do agente de endemias no local.

A queixa foi registrada na 5ª Delegacia, localizada no bairro de Periperi. A Associação Democrática dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combates às Endemias da Bahia (Ademacen), por meio do seu presidente Fabrizio Oliveira, foi em defesa do agente Edvaldo Pimenta, lotado no programa de combate à dengue há 20 anos. Ele foi representado pela advogada e também vereadora de Salvador, Ana Rita Tavares. 

De acordo com Pimenta, ele foi vítima de brigas entre vizinhas, já que, ao apurar uma denúncia anônima de foco de dengue na casa de Culto Afro Ponto Estratégico, a pessoa responsável pelo imóvel, dona Eline, não se encontrava no local para autorizar a visita do agente de saúde. Ainda segundo Pimenta, a vizinha do terreiro, conhecida como dona Jussara, queria obrigá-lo a entrar no recinto, colocando uma escada para que pulasse o muro, mas o agente se negou e continuou seu trabalho em outro lugar. 


Ana Rita Tavares com Edvaldo Pimenta após a resolução do impasse 

Após alguns dias do fato, Edvaldo Pimenta foi convidado a comparecer à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele estava sendo acusado de invasão e de quebrar objetos dos orixás (quartinhas). 
Ao argumentar em defesa do agente de saúde, a advogada Ana Rita Tavares falou ao delegado titular da 5ª DP sobre a idoneidade de Edvaldo Pimenta. A defensora relatou que Pimenta tem 20 anos de serviço e que durante todo esse tempo nunca houve relato de problema de intolerância religiosa. 

Durante o depoimento do filho da vizinha, interrogado no domingo, ele confessou que tinha colocado a escada após a saída do agente de endemias, mas foi pego em algumas contradições quando durante o interrogatório.

Ao final, a responsável pelo terreiro defendeu o agente. Ela acredita que Pimenta cometeu intolerância religiosa e suspeita de uma vizinha com a qual já teve problemas no passado.


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